O CVV, Centro de Valorização da Vida, realiza trabalhos de forma gratuita e voluntária, dando apoio emocional e de prevenção ao suicídio. Atuando desde de 1962, no ano de 2018 o projeto obteve sucesso na implantação de uma linha telefônica gratuita, o 188, que começou no Rio Grande do Sul, mas já está disponível para todo o Brasil. O número é um contato para a prevenção¹.

A instituição consegue realizar mais de 3 milhões de acolhimentos em um ano através de seus canais de recepção, como o número telefônico, o site, o e-mail e pessoalmente. Contando com cerca de 4000 voluntários espalhados pelos 24 estados e o Distrito Federal¹.

Além disso, o CVV disponibiliza folhetos e cartilhas de fácil entendimento. Apresentamos alguns, para ver o conteúdo na integra é só clicar no nome.

Folheto: Suicídio. Saber, agir e previnir.

Suicidio. Saber agir e prevenir.

Imagem: CVV pdf

#ParaTodosVerem – Imagem em vertical. Folheto com tons amarelo e laranja, a metade da folha em horizontal, escrito “Suicídio. Saber, agir e prevenir.” A segunda metade esta dividida em três, um quadrado do lado esquerdo uma pessoa colocando o braço no ombro de outra e dois do lado direito, um em cima do outro, na parte de cima balões de fala e de baixo o laço do Setembro amarelo.

O folheto explica questões do suicídio, por exemplo: como proporcionar ajuda; as verdades e as falácias; alguns sinais que a pessoa necessitando de amparo pode apresentar; fatores de vulnerabilidade (não podem ser considerados determinantes); dicas de como os indivíduos devem agir caso encontre um amigo ou familiar nesse estado e as ações que não devem praticadas.

Entre as verdades, está uma que muitas vezes as pessoas têm receio de abordar: “Perguntar sobre a intenção de suicídio não aumenta nas pessoas o desejo de cometer o suicídio”. E uma falácia é que os suicidas só querem chamar atenção, o informativo comunica que não devemos opinar. Também é um mito a ideia de que as pessoas que cometem suicídio não avisam.

Os sinais que eles apresentam, não podem ser levados em conta isoladamente, os indivíduos podem mostrar indícios que são notáveis para as pessoas próximas.

Entre essas indicações, algumas frases: “Vou desaparecer”, “Eu queria poder dormir e nunca mais acordar”.  O próprio folheto evidencia que são frases óbvias, por isso é bom se manter atento ao que é dito.  Além disso, outro sinal é o fato de que essas pessoas deixam de fazer as atividades que gostavam.

No tópico “O que se deve fazer”: está conversar em um lugar calmo,  contatar profissionais e estar presente para a pessoa que necessita da ajuda. E o que não se deve fazer é julgar, banalizar, dar sermões, frases de incentivos e opinar.

 

Folheto: Suicídio. Saber, agir e previnir. – Jornalistas

Suicidio. Saber, agir e prevenir. Jornalismo

Imagem: CVV pdf

#ParaTodosVerem- Imagem em vertical. Folheto com tons amarelo e laranja, a metade da folha em horizontal, escrito “Suicídio. Saber, agir e prevenir.” A segunda metade esta dividida em quatro, um retângulo do lado esquerdo uma pessoa colocando o braço no ombro de outra, e em baixo, no outro quadrado a frase “Saiba como noticiar o assunto nos meios de comunicação e evitar o efeito contágio.” E dois quadrados do lado direito, um em cima do outro, na parte de cima balões de fala e de baixo o laço do Setembro amarelo.

Esse folheto tem o mesmo estilo e nome do primeiro, mas este com enfoque na comunicação. Tendo alguns pontos reapresentados, como os sinais do suicídio.

O informativo é dividido em duas partes: “o que não fazer” e “o que fazer“. A primeira com 13 tópicos e a segunda com 7.

Na primeira divisão sobre “o que não fazer” está:  dar destaque ao suicídio na mídias, divulgando detalhes, o lugar em que aconteceu, fotos de parentes e enterro, causas; mostrar o suicídio como uma única saída, entre muitos outros. Também traz exemplos de notícias do que não se deve fazer, com algumas outras dicas, como não procurar o responsável pelos atos suicidas.

Na segunda divisão sobre “o que se pode realizar” é: sensibilizar o seu público sobre esse tema, mas seguindo as orientações particulares para as mídias; ter discrição, conscientizar o público sobre os sinais e os contatos para ajuda. Ser cuidadoso com a linguagem usada, respeitar o luto e perguntar para os especialistas.

Esse folheto tem todo um design que é de fácil compreensão e te explica os assuntos de maneira objetiva.

 

Cartilha: Falando Abertamente Sobre Suicídio

Falando abertamente sobre suicidio

Imagem: CVV pdf

#ParaTodosVerem- Imagem em vertical. Cartilha com uma faixa azul na parte de cima com o texto: “Falando abertamente sobre suicídio”. Em baixo o texto, um balão de fala roxo e o símbolo do CVV em azul. Tendo do lado esquerdo uma simbolização de uma roda de pessoas com cores diferentes, coloridas.

A cartilha traz números  (Unicamp) que abordam a questão de que 17% dos brasileiros já pensaram em tirar a sua própria vida e 4,8% fazem planos para que aconteça. Além disso, na cartilha existe a informação de que 32 pessoas/dia no Brasil  tentam tirar a própria vida. Esse número é preocupante, seria a quantidade média de uma turma em uma sala de aula.

O informativo é subdividido em três partes, sendo formado por 16 perguntas. A primeira subdivisão são questionamentos sobre a natureza do suicídio.

A segunda seção trata sobre se a possibilidade de se fazer algo para ajudar, se a autodestruição está vinculada a alguma doença mental, se os aflitos pedem ajuda, se podem desistir de se matar.

A última parte tem como tema “Todos podem ajudar”, mostrando estatísticas brasileiras, como o suicídio é visto pela sociedade, a posvenção, se o mundo atual pode contribuir para o suicídio, se existe prevenção e fatores de proteção para quem pensa em autodestruição.

Para a sociedade, o suicídio foi um tabu, piorando várias situações. Mas hoje se fala mais abertamente. Segundo a cartilha, essa destruição é cometida por desespero e não por vergonha. É preciso se ter cuidado ao expor esses acontecimentos, sem muitos detalhes e o ideal é elencar junto a prevenção e como identificar.

Todas esses questionamentos são respondidos de forma dinâmica e objetiva nesta cartilha. É de fácil entendimento e além disso, com as cores utilizadas é possível perceber essas subdivisões.

É muito bom que as instituições liberem esse material, para a sociedade debater mais sobre o assunto e não o deixar na surdina. Várias concepções equivocadas se têm do suicídio, sendo um ato de fraqueza e que seria um “mi mi mi”, entretanto como é evidenciando através dessas cartilhas, essas ideias citadas estão erradas e desse modo, as pessoas entendem que o assunto não pode ser banalizado.

Sendo este mês o Setembro Amarelo, época de prevenção ao suicídio, em que é comum lembrar-se que a saúde mental existe e que ela precisa de cuidados. Mas este é um exercício que se deve fazer o ano todo e ser solidário. Sempre procure ajuda, uma conversa com uma pessoa de confiança ou um especialista pode ajudar muito.

INFORMAÇÕES PARA CONTATO E AJUDA DO CVV:

CVV | Centro de Valorização da VidaQuero Conversar – CVV | Centro de Valorização da Vida e Links Úteis – CVV | Centro de Valorização da Vida – para chat, Skype, e-mail e mais informações sobre ligação gratuita.

Telefone: 188

Emergência: SAMU 192, UPA, Pronto Socorro, Hospitais.

Serviços de saúde CAPS e Unidades Básicas de Saúde (Saúde da família, Postos e Centros de Saúde).

#ParaTodosVerem – Foto em horizontal com três balões de fala, cada um com um amarelo diferente, formando um degrade. No primeiro balão, tem um C, no segundo, um V e no terceiro um V, todas as letras em branco. Em baixo dessas caixas de fala se tem escrito “ComoVaiVocê”, seguindo o degradê, cada palavra uma cor diferente. Em um fundo branco.

Fontes:

¹CVV

Cartilhas e folhetos da CVV